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O poder da autocompaixão, como desenvolver e ser mais gentil com você?

 

Autocompaixão é uma palavra ainda pouco compreendida. Usamos raramente, para falar a verdade. Ou, quando usamos, ela costuma aparecer com um sentido errado. Como se fosse sinônimo de ter pena de si mesmo.

 

Autocompaixão – Conceito, e o que é?

 

Segundo o site Conceitos, a compaixão é o sentimento de empatia e compreensão em relação ao sofrimento de outra pessoa. Quando este sentimento é aplicado a si mesmo, estamos diante de uma autocompaixão.

 

O fato é que autocompaixão não tem nada a ver com posturas vitimistas — ou algo do gênero.

 

Até podemos dizer que o exercício vai no sentido oposto. Pois impede, justamente, que se construa uma visão da realidade onde se é impotente.

A proposta de autocompaixão está mais para a prática madura, saudável (e libertadora) de aceitar a si mesmo. Com direito a cometer erros de escolha. Pensar diferente. E, talvez o mais importante — se permitir não dar conta de tudo.

Como desenvolver a autocompaixão e diminuir o stress

 

Estudos demonstram que cultivar este tipo de atitude consigo mesmo faz bem para a saúde e auxilia no sucesso do processo de mudança comportamental: pessoas com bom desempenho em testes de autocompaixão apresentam menos índices de depressão e ansiedade, tendem a ser mais felizes e mais otimistas, influenciam hábitos alimentares, além de ajudar na perda peso

 

A autocompaixão é importante, pois evita críticas destrutivas a si mesmas, estabelece um vínculo afetivo com o seu “eu” interno e ainda serve de ferramenta para lidar com momentos de recaídas. Passamos a ver nossas falhas como parte normal de ser humano – a experiência humana inclui erros, não tem jeito, mas a forma com que lidamos faz toda diferença na hora de se reerguer.

 

Como desenvolver a Autocompaixão

 

Ter compaixão por outra pessoa envolve perceber seu sofrimento e responder à sua dor. Quando isso ocorre, você sente o desejo de ajudar o outro. Ter compaixão também significa oferecer compreensão e bondade aos outros quando eles falham ou cometem erros, em vez de julgá-los duramente. Quando sentimos compaixão por outra pessoa (em vez de simples piedade), percebemos que o sofrimento, o fracasso e a imperfeição fazem parte da experiência humana comum a todos.

Para Kristin Neff e Chris Germer, pioneiras na pesquisa da autocompaixão e autoras do livro The Mindful Self-Compassion Workbook, a autocompaixão envolve agir da mesma maneira em relação a si mesmo quando alguém falha, tem dificuldades ou percebe algo de que não gosta em si mesmo. Elas afirmam que ter compaixão por si mesmo não é nada diferente de ter compaixão pelos outros — a palavra compaixão significa literalmente “sofrer com”.

 

Assim, em vez de simplesmente ignorar nossa dor com uma mentalidade que traz tensão e estresse, as especialistas ressaltam que devemos dizer a nós mesmos: ‘Isso é realmente difícil agora, como posso me confortar e cuidar de mim neste momento?’. “Em vez de julgar e criticar impiedosamente a si mesmo por várias inadequações ou deficiências, a autocompaixão permite ser gentil e compreensivo com você mesmo diante de falhas pessoais — afinal, quem disse que temos que ser perfeitos?”, esclarecem Neff e Germer.

 

Segundo as pesquisadoras, podemos tentar mudar para ser mais saudáveis e felizes, mas isso só vai acontecer se nos importarmos conosco, e não se nos considerarmos inúteis ou inaceitáveis. “Ter compaixão por si mesmo significa honrar e aceitar sua humanidade. As coisas nem sempre vão ser do jeito que queremos. Sempre haverá frustrações, perdas, erros, limitações. Essa é a condição humana, uma realidade compartilhada por todos nós”, declaram.

Então, quanto mais você abrir seu coração para essa realidade, em vez de lutar constantemente contra ela, mais você será capaz de sentir compaixão por si mesmo e por todos os seus companheiros humanos na experiência da vida.

 

A seguir, os três elementos da autocompaixão, segundo Neff e Germer:

 

  1. Autobondade vs. Autojulgamento.

A autocompaixão implica ser caloroso e compreensivo em relação a nós mesmos quando sofremos, fracassamos ou nos sentimos inadequados, em vez de ignorar nossa dor ou nos castigar com a autocrítica. Pessoas autocompassivas reconhecem que ser imperfeito, falhar e experimentar dificuldades na vida é inevitável, por isso tendem a ser gentis consigo mesmas quando confrontadas com experiências dolorosas, em vez de ficarem com raiva quando não alcançam seus ideais.

 

  1. Humanidade comum vs. Isolamento.

A frustração de não ter as coisas exatamente como queremos é muitas vezes acompanhada por um sentimento de isolamento irracional, mas penetrante — como se “eu” fosse a única pessoa que sofre ou comete erros. Todos os humanos sofrem, no entanto. A própria definição de ser humano significa ser mortal, vulnerável e imperfeito. Portanto, a autocompaixão envolve reconhecer que o sofrimento e a inadequação pessoal fazem parte da experiência humana, algo pelo qual todos nós passamos.

 

  1. Mindfulness vs. Identificação excessiva.

A autocompaixão também exige uma abordagem equilibrada de nossas emoções negativas, de modo que os sentimentos não sejam nem suprimidos nem exagerados. Essa postura equilibrada ocorre quando conseguimos relacionar nossas experiências com as dos outros, oferecendo à nossa própria situação uma perspectiva mais ampla. Também nasce da disposição de observar nossos sentimentos e pensamentos negativos com abertura e clareza, para que fiquem no nível consciente. Para isso, não devemos ficar “superidentificados” e sermos tomados por reações negativas intensas. Praticar Mindfulness ajuda, pois leva a um estado mental não julgador e receptivo, no qual se observa pensamentos e sentimentos como eles são, sem tentar reprimi-los ou negá-los.

 

O laço afetivo entre você e você mesmo é o vínculo mais importante de sua vida. Trate-se com carinho, respeito, amor e compaixão. Você é o seu maior presente.

E aí? Pronta para crescer??? 

 

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Tais F. Gaspar de Araújo

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